Processadores ao extremo


Extreme Overclock. Essa invenção não é muito comum no Brasil, mas na Europa e Estados Unidos já é febre. Os overclokers, como são chamados, utilizam hidrogênio líquido em grandes quantidades para resfriarem os processadores e assim conseguir uma melhora significativa no processamento de dados.

Sergi Guitart, da espanha, conhecido como Fox, 24 anos, enquanto conversa com a reportagem não parou de trabalhar. O objetivo do grupo reunido no Campus Party e bater o recorde mundial de overclocking.

O jovem, que trabalha como motorista, diz que o processador após resfriado, chega a 196 graus negativos e a performance sobe consideravelmente. Para se ter uma ideia, um procesador de 2,4 gigahetz pode ir a 6,5 gigahertz. É quase três vez a velocidade de fábrica. Fox diz que a temperatura de um processador é de 50 graus, em média. Para a industria, os torneios de overcloking são excelentes para descobrir falhas e desenvolver processadores cada vez mais eficientes.

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