Tablet na pauta


Já existem 40 mil aplicativos para o iPad na App Store. Esse número não para de crescer e não é para menos. Steve Jobs encontrou, definitivamente, uma máquina de fazer dinheiro.

Segundo o site macmagazine, a Apple deve fechar o ano fiscal de 2011 com um faturamento superior a US$ 100 bilhões. A explicação se deve à venda e comercialização de macbooks, ipods e, principalmente, seu filho mais novo, o iPad.

O lucro é decorrente da venda dos equipamentos e também da comercialização de músicas e aplicativos na App Store. É como se a empresa fabricasse carros, comercializasse as peças e ainda fosse dona dos postos de combustíveis.

A Apple criou uma vitrine virtual em sua loja na internet com um visual muito particular, capaz de despertar no visitante o desejo de adquirir aplicativos talvez com a mesma força que desejamos roupas, perfumes e tênis.

A “maçã” deu uma mordida tão grande no mercado de tecnologia que seus concorrentes estão com um metro de língua para fora para tentar acompanhar o ritmo desse novo e promissor mercado.

Por enquanto, a Apple detém 77% do mercado de tablets, sendo que até o fim do ano passado era dona de 95%. Com a esperada chegada de outros tablets – parece que o Xoom da Motorola já bate à porta –, Steve Jobs terá uma pequena queda em seu monstruoso faturamento, nada que chegue a incomodar muito. Institutos de pesquisa estimam que a Apple ficará com 60% do mercado e os demais concorrentes com 40%.

iPad 2 tornou obsoleta a primeira versão em poucos meses
iPad 2 tornou obsoleta a primeira versão em poucos meses

Troque seu iPad velho

Assim que foi lançado o iPad 2, o site e-bay, principal portal de venda de produtos de segunda mão nos Estados Unidos, registrou um crescimento de 500% no número de anúncios de norte-americanos desesperados para vender o “obsoleto iPad 1”. Antes de completar seu primeiro ano de vida, a Apple realinhou seu produto para novamente mexer com o mercado de tablets. Esse ajuste se deu pelas inúmeras queixas de seus usuários. Eles pediam câmeras de vídeo e a Apple trouxe uma versão mais fina e mais leve.

Brasil pede fábrica

O iPad entrou na pauta jornalística para ficar, ainda mais agora com o anúncio da fábrica no Brasil e a duvidosa ideia de gerar 100 mil empregos. Acho esse número exagerado, assim como o anúncio da possível redução de 30% do preço do iPad no Brasil. Não sou um conhecedor do comércio internacional e leis de mercado, mas acho que é muito otimista a tal informação.

Mercado gigante

A Folha de S. Paulo trouxe um dado curioso há algumas semanas. Mais de 60% das vendas de iPad são realizadas para o mercado corporativo. Laboratórios farmacêuticos esperam economizar milhares de dólares em impressão de folderes promocionais de medicamentos.

Escolas também estão aderindo às tabletas. A Faculdade Estácio de Sá dá para cada aluno matriculado nos cursos de direito do Rio de Janeiro e Espírito Santo um tablet Android. A economia de papel na impressão do material didático ajuda a compensar o investimento.

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